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14 de set. de 2011

PES 2012





‘PES 2012’ vem cheio de novidades: a animação, a apresentação, a jogabilidade, os movimentos de chute e as reações foram melhorados e o controle é completo quando os defensores trombam com os atacantes para roubar a bola. Os fãs serão apresentados ao novo sistema de IA Ativa, que assegura o trabalho em equipe e permite o controle de dois jogadores ao mesmo tempo

Plataformas: _Xbox 360_ | _PS3_ | _PC_ | _Wii_ | _PSP_ | _PS2_

Captain America: Super Soldier




Capitão América não é um herói tão popular assim no Brasil - talvez por carregar todo aquele patriotismo dos Estados Unidos de plena 2ª Guerra Mundial. O herói foi criado durante os anos do conflito, por volta de 1941, com o intuito de servir como um “apoio psicológico” para os americanos. E por essa força descomunal do personagem e de suas características nos quadrinhos, acabou também conquistando fãs ao longo do globo e, consequentemente, também em nosso país.

Logo que colocamos as mãos nesse game, vem aquela velha história em mente: “Meu Deus, outro jogo baseado em filme!” Há de fato enormes chances de ele ser um fiasco. Felizmente, este não é o caso. “Captain America: Super Soldier” surpreendeu em muitos aspectos e, com certeza, é um dos jogos baseados em filmes mais divertidos dos últimos tempos.

A Next Level Games foi esperta na criação do game baseado no herói americano no quesito de jogabilidade e física de jogo. Toda a base de combate e gameplay é inspirada em nada mais nada menos que “Batman Arkham Asylum”. Temos aqui um mundo “aberto”, uma câmera que segue o personagem por trás e um sistema de combate excelente. Apesar de os gráficos medianos no quesito texturas, cenários e animações, os moldes do protagonista estão muito bem produzidos e a jogabilidade flui de forma fácil e intuitiva.

Plataformas: X360/PS3/DS/Wii | Desenvolvedora: Next Level Games | Editora: Sega | Gênero: Ação | Lançamento: 19/7/2011

Melhor: Diversão pura nos combates e jogabilidade | Pior: A falta de tempo em polir melhor o game

‘Spider Man: Edge of Time’ prova que o aracnídeo tem muita teia pra queimar






Novamente, a Beenox, desenvolvedora canadense, faz parceria com a Activision e lança mais um game do Homem-Aranha no mercado: “Spider-Man: Edge of Time”. A produtora pretende fazer tão bonito quanto em “Spider-Man: Shattered Dimensions”, de 2010, que trouxe uma bela experiência com vários universos exploráveis em mundo aberto, como a série vem sendo reconhecida ao longo dos últimos títulos. O novo game inclusive foi concebido durante o próprio desenvolvimento de “Shattered Dimensions”.

O primeiro trabalho apresentado pela Beenox foi muito bem recebido tanto pela crítica quanto pelos fãs que adquiriram Shattered Dimensions. Assim como ele utilizou-se de viagens no tempo e trouxe quatro aracnídeos diferentes, um para cada dimensão, Edge of Time também será feito de viagens no tempo, como o próprio nome sugere. Porém, trará apenas dois Homens-Aranha.

Para conseguir manter o nível de satisfação dos fãs, a produtora quer manter a jogabilidade parecida com a de “God of War”, vista no antecessor de “Edge of Time”, trazendo apenas algumas melhorias em pontos ressaltados pelos fãs, como ajustes na câmera e modo cooperativo. Os combates em primeira pessoa foram excluídos.

Os elementos básicos dos Aranhas também retornam em “Edge of Time”. Você terá o famoso Sensor Aranha para descobrir locais secretos e inimigos, assim como a possibilidade de escalar paredes e muito mais. Há ainda a Spider Essence, que aparece nos inimigos caídos e serve como dinheiro para desbloquear novas habilidades, golpes e até trajes. Apesar das diversas semelhanças de enredo e de jogabilidade, acredite “Edge of Time” não é de maneira alguma uma continuação de “Shattered Dimensions”.

Plataformas: X360/PS3/PC/Wii/3DS | Desenvolvedora: Beenox | Editora: Activision Blizzard | Lançamento: 4/12/2011

Estação Retrô: Max Payne




A franquia “Max Payne” não se frutificou tanto nos videogames, são apenas dois jogos lançados, mas tem um peso cultural gigantesco. Virou um filme “meia boca” com Mark Whalberg no papel principal e mais uma sequência, com fases em São Paulo e um Max careca e barbudo, vem aí, e qualquer jogador que viveu a geração passada de consoles sabe do que se trata. E isso é porque “Max Payne” é um dos melhores e mais revolucionários games de ação já feitos.

Desenvolvido pelo estúdio finlandês Remedy Entertainment e lançado em 2001 para PC, Xbox e PlayStation 2, “Max Payne” conta a história do personagem do título, um atormentado policial do departamento de narcóticos. O jogador logo descobre que Max teve a família brutalmente assassinada por uma gangue de viciados em uma droga experimental chamada Valkyr, estabelecendo o tom sombrio e noir que permeia o game. Payne é instável, amargo, suicida e aparentemente viciado em analgésicos.

O policial está infiltrado na família Punchinello, os responsáveis pelo tráfico de Valkyr, mas acaba se envolvendo em um tiroteio entre a polícia e mafiosos trabalhando para Jack Lupino, também membro dos Punchinello. O tiroteio acaba com a morte de Alex Balder, o melhor amigo de Payne, e ele acaba incriminado pela morte. Ao mesmo tempo, a Máfia descobre que ele é um policial e sai em seu encalço.

A trama é uma coleção de reviravoltas na lama criminosa que habita as valas da Nova York do game. Mafiosos russos entram em cena, disparando automáticas contra playboys ítalo-americanos traficantes, em um ambiente desolador e cinzento. Nas cutscenes, Max narra o que está acontecendo com analogias exageradas, carregando o tom de filme noir do game.

Os gráficos, rodando na engine própria do estúdio, a MaxFX, sobrevivem ao teste do tempo e são bastante aceitáveis até hoje, com impressionantes efeitos de partículas e iluminação. Para a época, Max Payne era um colírio para os olhos, com balas, poeira e corpos voando para todos os lados. A dublagem e a trilha sonora se encaixam perfeitamente com o tema exagerado e noir da história.

O que coloca Max Payne no radar é o uso primoroso do bullet-time em um game, pegando referências explícitas de filmes como “Matrix” e “Hard Boiled”, de John Woo. O jogador pode mergulhar para os lados, para trás e para frente em um glorioso movimento em câmera lenta, o que permite que ele alinhe tiros nos inimigos enquanto as balas voam pelo ar. A mecânica acabou virando um clichê, com diversos games adotando variações do bullet-time, até mesmo “Stranglehold”, uma espécie de sequência espiritual de “Hard Boiled”, lançado para PlayStation 3 e Xbox 360.

Veja como São Paulo é retratada no primeiro trailer de ‘Max Payne 3’


A Rockstar Games liberou nesta quarta-feira (14) o primeiro trailer de "Max Payne 3". No vídeo, que emos como pano de fundo a cidade de São Paulo, podemos ver uma cidade violenta e nada amigável, que mais parece o Rio de Janeiro. Para os mais observadores, é possível até enxergar um rapaz com a camisa do time carioca Fluminense.

Toda a ação do jogo se passa em São Paulo. Max, o protagonista, não é mais um jovem policial de Nova York, ele abandou a Big Apple por falta de trabalho e veio a São Paulo, onde atua como um segurança particular de um alto executivo dos negócios imobiliários.

Com gráficos de última geração, o trailer apresenta diversos tiroteios com bandidos usando camisetas de clubes brasileiros, executivos com broches da bandeira do Brasil, samba no pé, favelas e muitas palavras de baixo calão.

"Max Payne 3" está em produção pela Rockstar Vancouver e tem lançamento marcado para março de 2012, nas plataformas PC, Xbox 360 e PS3.

Plataformas: _Xbox 360_ | _PC_ | _PS3_

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