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2 de ago. de 2016

Confira os carros mais vendidos na Europa no primeiro semestre de 2016


Enquanto no Brasil os hatches compactos lideram, com os dois primeiros lugares ocupados por Chevrolet Onix e Hyundai HB20, e nos Estados Unidos são as picapes grandes que fazem sucesso, na Europa, o modelo mais vendido é um hatch médio. Trata-se doVolkswagen Golf, o líder no acumulado do primeiro semestre deste ano. 
E ao contrário do Brasil, onde a crise econômica ainda afeta os resultados do setor automotivo, a Europa vive um bom momento, com crescimento de 9,1% nos seis meses de 2016. Com um total de 8,09 milhões de unidades vendidas no ano, o continente retoma volumes vistos pela última vez em 2008. Mas há uma semelhança entre os mercados: os SUVs também ganham cada vez mais força no Velho Continente, representando 25% do mercado europeu.

Confira os carros mais vendidos na Europa no primeiro semestre de 2016:

1. Volkswagen Golf - 269.430 unidades

2. Renault Clio - 173.462 unidades

3. Volkswagen Polo - 166.894 unidades

4. Ford Fiesta - 159.534 unidades

5. Opel/Vauxhall Corsa - 147.494 unidades

6. Peugeot 208 - 138.368 unidades

7. Opel/Vauxhall Astra - 129.691 unidades

8. Nissan Qashqai - 126.113 unidades

9. Skoda Octavia - 121.297 unidades

10. Ford Focus - 120.534 unidades

Nova geração do Honda Civic 2017 chega ao Brasil






Vice-líder do segmento de sedãs médios, a Honda não quer mais perder terreno e traz artilharia nova contra o líder Toyota Corolla. A aposta é na décima geração do Civic. Totalmente reformulado e mirando concorrentes maiores, o modelo cresceu em dimensões, tecnologia e preço.
Com visual arrojado, o modelo possui traços que se assemelham aos cupês, com quebra brusca do desenho do teto e tampa do porta-malas curta. Mas isso não comprometeu a sua capacidade de bagagem. Pelo contrário, ela aumentou para 525 litros. O conforto dos passageiros e do motorista também passou por alterações. Quem viaja no banco de trás agora tem mais 27 mm de espaço para as pernas. Já o painel dianteiro foi reformulado para ter mais espaço para os joelhos de quem anda na frente.

29 de ago. de 2011

Fiat relança o 500 por R$ 39.990








Quando um produto não é bem sucedido no mercado, seu fabricante tem duas escolhas: ou o tira das prateleiras ou o reformula totalmente. No caso do Fiat 500 (agora a Fiat deixa bem claro que a pronúncia é Cinquetento) que chega às lojas nesta semana, trata-se de um relançamento do compacto, já que o modelo vendido no Brasil desde 2009 até hoje vinha da Polônia. A estratégia começa pelo preço de R$ 39.990 para um carro que não saía da concessionária por menos de R$ 59.360.

O objetivo é vender, por mês, 1.000 modelos neste ano e subir para 1.500 em 2012. O modelo antigo vendeu somente 1.200 unidades em dois anos. A receita é simples: o compacto agora vem do México, o que já tira da conta os 35% da taxa de importação, e, além de vir para cá, será o rostinho simpático da Fiat nos Estados Unidos. Feito para o mercado norteamericano, perde também em equipamento, como o número de airbags diminuído para os frontais de série. O motor de 1,4 litro é flex (o mesmo usado no Uno na versão de entrada, a Cult, e rende 88 cv com etanol).

Para chegar ao valor, foram retirados itens de série, mas o carrinho não pode ser chamado de pelado. Já vem com ar-condicionado, direção elétrica, as duas bolsas infláveis, freios ABS, ESP, trio elétrico, hill holder (segura o carro para não voltar em aclives) entre outros equipamentos de conforto e segurança. Neste 500, acontece o primeiro encontro do propulsor Fire EVO com o câmbio Dualogic, o que eleva o custo para R$ 42.990.

Mesmo popularizando o 500, a Fiat não deixou de lado quem gostava de suas configurações mais caras e oferta a Sport Air, que tem como destaque o motor Multiair de 1,4 litro 16V a gasolina com 105 cv e transmissão mecânica. Com um visual um pouco diferente, como detalhes dos para-choques, farois de neblina, rodas de 16 polegadas no lugar das de 15, airbags laterais e volante revestido de couro, sai por R$ 48.800. E, como para vender nos Estados Unidos é praticamente obrigatório ter um câmbio automático, a Fiat buscou na Aisin uma caixa de seis velocidades que equipa a versão Sport Air por R$ 52.800. O topo da linha fica com a versão Lounge com a mesma mecânica da Sport, mas só com transmissão automática. A configuração tem ainda itens como teto solar e rodas de 17 polegadas na lista de opcionais.

Personalização continua a ser atrativo

Como o Fiat 500 pretente atingir um leque maior de consumidores, a Fiat insiste a bater na tecla da personalização, como no primeiro lançamento do 500 e na atual geração do Uno. Adesivos, acessórios e cores são abundantes na escolha. Os tons do interior do carro têm 72 combinações possíveis. Além da boa oferta de cores, um bom motivo para compartilhar o mesmo carro com os Estados Unidos é poder usufruir das exigências de segurança da terra do Tio Sam. A carroceria do 500 foi toda reforçada. A suspensão também teve de ser melhorada e ficou 1 cm mais alta. Uma pena é que agora o charmoso carrinho tenha de sair por aí com pontos de luz nas bordas das caixas de roda, uma exigência da legislação americana que pode ajudar na segurança, mas quebra a estética.

Dualogic enfim se acerta

Ao entrar no Fiat 500 produzido no México, a impressão que se tem é que o acabamento ficou mais frágil, com plásticos duros e encaixes apresentando rebarbas, ao menos nas unidades avaliadas. Em uma delas a alça da tela do teto solar caiu e o difusor de ar travou fechado. Apesar disso, a mecânica guardou uma boa surpresa com o bom funcionamento do câmbio Dualogic acoplado ao Fire 1,4 EVO flex. Os trancos nas trocas de marchas foram suavizados e as respostas estão melhores do que nos outros produtos da Fiat com a mesma transmissão.

O motor também agradou na rápida volta pelas ruas planas de Miami e a suspensão se mostrou confortável. O espaço interno, se fosse possível exigir muita coisa do pequeno Fiat, é bastante apertado, mas o que incomoda mais são os bancos altos, reservando pouca área para a cabeça dos passageiros. Já na versão MultiAir, o destaque fica por conta do bom câmbio automático de seis marchas. Ele troca de marchas rapidamente e, no modo manual, dá autonomia para o motorista escolher a marcha que quiser. Só que ele acaba ficando superdimensionado para o motor de 105 cv.

Prima Edizione - Para comemorar o relançamento do 500, a Fiat criou a série especial Prima Edizione limitada em 500 unidades, todas numeradas. Elas estão disponíveis nas cores vermelha, cinza e branca, sempre com interior cinza. Um logotipo estampado nas laterais e nos bancos identifica a série. A versão, que custa R$ 50.400, tem ainda costura dos bancos em vermelho, rodas pintadas de preto e spoiler da mesma cor na tampa traseira.

A mais de 300 km/h de Audi R8


A Audi trouxe para o Brasil três unidades das 333 produzidas do R8 GT. A versão limitada é o primeiro carro da marca a ultrapassar a marca do R$ 1 milhão e tem como diferencial 40 cv a mais de potência no motor V10 de 5,2 litros, chegando a 560 cv. Caso tenha se interessado pela novidade, pode tirar o cavalo da chuva, pois todos já foram vendidos.

O iCarros foi, então, até a maior pista de pouso e decolagem da América Latina, no campo de provas da Embraer em Gavião Peixoto (SP). Lá, foram dados 3.600 m para acelerar o máximo permitido. Trocando as seis marchas do câmbio R-Tronic em torno de 8.000 rpm, sob chuva, conseguiu chegar a 317 km/h.

A sensação que se tem é de total controle, mesmo nessa velocidade altíssima. O volante, é verdade, fica um pouco leve, mas, com mãos firmes, é possível mantê-lo em linha reta com facilidade. A tração integral Quattro ajuda muito. A aceleração é constante e, com um pouco mais de pista, seria possível chegar à máxima dele.

Pintura fosca, mas não é por moda

A Audi R8 GT tem 100 kg a menos que a versão V10 tradicional. O regime é graças à peças de fibra de carbono e alumínio, como a que fica logo atrás das portas. Para o Brasil, vieram duas unidades pintadas de cinza e uma laranja, mas as duas cores são foscas e não é por moda. Segundo a Audi, dispensando o verniz da pintura foram reduzidos 2 kg do peso final.

Também ficaram mais leves transmissão e rodas, além dos freios de cerâmica. Os bancos esportivos têm estrutura em fibra de vidro e reforço em carbono. Detalhes como coletor de admissão, isolação do motor e tapeçaria também passaram por uma dieta. De acordo com a Audi, até o para-brisa do esportivo ficou mais fino.

A suspensão também foi alterada e as rodas são de 19 polegadas com pneus 235/35 ZR na frente e 305/30 ZR atrás. O interior traz Alcântara nos bancos e detalhes em preto, cinza e vermelho. O logotipo GT no painel lembra o motorista que se trata da versão mais cara já feita. O ronco do motor traseiro é empolgante, mas o sistema de som Bang & Olufsen é de série.

Todas as 333 unidades vendidas ao redor do mundo são numeradas, mas se você comprou uma delas, não se preocupe. A que passou dos 300 km/h é a 0, usada justamente para testes.